A HBO tem planos para rodar uma sequência do filme "Sex and the City".
Mas passo aqui só pra dizer que deveriam dar uma olhada nesses três episódios feitos pela MTV, no programa "Quinta Categoria". As personagens de Dani Calabresa e Madame Mim tiram sarro do roteiro original do seriado. E é bom!
Eu, que esperava bem mais do filme, prefiro mil vezes esses três episódios:
Os sapatos do Ronaldo
Solteiras saem à caça
Se beber, não use saltos
Sei lá. Risos, né?
domingo, 13 de julho de 2008
Versão brasileira. E mais engraçada
sábado, 12 de julho de 2008
Uma boa idéia
Essa postagem é a de número 51. E, para comemorar, uma péssima idéia. O texto não faz o menor sentido para aqueles que não estavam presentes na ocasião. Tampouco é um evento engraçado. Mas escrevo porque é uma amostra da qualidade de minhas amizades.
Portanto, as cortinas serão abertas. Ah, e não tem título.
Cenário: Inauguração de uma cafeteria em Campinas, aproximadamente 18h.
CENA 1:
Quatro meninas pegam café no balcão. Duas delas, Marina e Lívia, se apelidam de Gira e derivados. Uma dela se chama Nara. A outra se chama Laís. Nara pega seu café, mas a atendente escreve seu nome errado no copo. NALA, está escrito. Ela conta às amigas. Todas riem.
CENA 2:
As amigas procuram um lugar para se sentar e acham. Ocupam um sofá de quatro lugares. A mesa da frente, com duas poltronas é desocupada. Duas das meninas vão para lá. Assim, duas amigas ficam no sofá e duas nas poltronas. Começam a pensar que estão atrapalhando, já que muitas pessoas passam pela cafeteria procurando locais para se sentar.
CENA 3:
Marina tem uma idéia e comunica ao grupo.
Marina- Gente, finge que a gente não se conhece. Nos conhecemos agora e, por isso, estamos ocupando lugares diferentes, mas nos falando!
Lívia- É. Isso. Boa idéia.
CENA 4:
Elas começam a conversar como se não se conhecessem.
Marina- É Gira o seu nome?
Lívia- É. E o seu?
Marina- Giréia.
Lívia- Olha, que bonito. É a mesma "raíz".
Laís- Laís? É o meu nome.
Marina (perguntando para Nara) - E o seu?
Nara- É Nara.
Laís- Êr. É Nala. Tá no copo.
FIM
O público se levanta. Vai até a bilheteria pedir o dinheiro do ingresso de volta.
Vocês tinham que estar lá. Tinham que ter visto.
Mas, no fim, escrever um texto dizendo ao leitor que era melhor ele ter visto o que lê, é uma grande bobagem. E foi, ué.
escrito por marina aranha em 15:18 4 somando
categorias: variedades
segunda-feira, 7 de julho de 2008
A pedido
O senhor Motoyama, pai de uma querida amiga minha, pediu para que eu escrevesse sobre futebol. É fã do meu primo, ele. E ele, meu primo, é setorista do Guarani pela Band. André Aranha, se chama. E, bom, faz um bom trabalho pela família.
Mas devo dizer ao senhor Motoyama que não me sinto muito capacitada a falar de futebol. Ainda mais sobre o Guarani que, diga-se de passagem, empatou com o Madureira em 0X0 na estréia da série C do Campeonato Brasileiro. Mas, em tempos de empate entre São Paulo e Ipatinga, acho que é normal um resultado desse.
Amanhã o bugre enfrenta o Ituano fora de casa. Casa essa que, 'dizem', está à venda.
O problema é: o Guarani não precisa de estádio. Precisa de um ringue, porque só luta.
Contra o rebaixamento.
Ha-ha.
Tá vendo, senhor Motoyama? É esse o tipo de coisa que eu escrevo. Por isso não me arrisco no futebol. E, nesse assunto, as péssimas piadas terminam em brigas e tiroteio.
Mas podemos fazer um trato: escrevo um texto melhor assim que o Guarani me der um bom motivo. Pode ser?
Não sei se ficou claro. Mas prefiro a Ponte. Uh tererê.
domingo, 6 de julho de 2008
Ainda...
...na televisão, achei coisa muito estranha. Na verdade, acho que dei sorte ontem.
CENÁRIO: Programa da Daniela Cicarelli.
PERSONAGENS: Daniela Cicarelli e Jaqueline, do Big Brother. (Ou uma delas, de um deles. Sinceramente, não sei.)
CENA 1:
Daniela: - E você segue solteira?
Jaqueline: - Sigo, sigo solteira.
Daniela: - E quantas tatuagens você tem?
(Nessa eu não entendi qual foi a ligação.)
CENA 2: Mostra-se um vídeo da convidada ,quando criança, imitando a Angélica.
Daniela: - Mas essa Angélica tá muito morena.
Jaqueline: - É que eu ainda não tinha descobrido a água oxigenada.
(E nessa eu mudei de canal.)
sábado, 5 de julho de 2008
Hoje...
...passou um documentário no GNT chamado "O Sequestro de Ingrid Betancourt".
O filme todo usa como narração uma entrevista dada pela ex-candidata à presidência colombiana. As imagens são da campanha de Ingrid, de seu sofrimento quando refém das FARC e do igual sofrimento de sua família.
Posto aqui apenas uma frase, para arquivar e depois compor meu livro de aforismos junto a todas as outras que grifo ou anoto:
"Entrar no sistema significa ser corrupto, para eles [políticos] ", disse ela, sobre a situação política da Colômbia.
O famoso sistema. Parece óbvio. Mas eu pensaria a respeito. E pensaria no Brasil.
escrito por marina aranha em 19:49 1 somando
categorias: atualidades, documentário
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Nada a ver comigo, mas...
...agora em São Paulo os caminhões estão proibidos de andar no centro expandido entre às 5h e 21h. Ou seja, pra quem mora nessa área, as entregas só chegarão de madrugada.
Eu não tenho nada com isso, mas fico pensando se acontecesse aqui, porque eu não gostaria de ter que receber entregadores às 2 horas da manhã. Primeiro porque não tenho humor quando estou com sono. Segundo porque, Brasil, é perigoso. E principalmente por isso.
Mas, de acordo com um tenente que deu entrevista esses dias na TV, o horário em que mais se registra ocorrências nas entregas é entre 8h e 12h. Acho que há uma pausa para o almoço, porque as ocorrências retornam, das 13h às 18h. Verdade.
Ou seja, segundo ele, as entregas acontecerão entre os horários que não têm tanto problema.
Mas o real problema é que até então nunca entregaram nada nesses horários "madrugosos" e, por isso, nunca se ocorreu nada neles.
As ocorrências acontecem na hora em que as entregas também acontecem.
Sei lá, eu penso assim.
terça-feira, 1 de julho de 2008
"Uma longa queda"
Eu disse pro Fábio que tinha 60 reais de bônus pra descontar na Saraiva e pedi sugestões. Ele me recomendou um livro que estava lendo: Alta Fidelidade, de Nick Hornby. Como estou um pouco cansada de histórias de casais, resolvi manter meia dica do Fábio.
Fiquei com o autor, troquei o título. Escolhi "Uma longa queda" e, para completar o desconto, "Nunca subestime uma mulherzinha", da Fernanda Takai. Depois de ter lido o da Takai - muito bom, diga-se de passagem - comecei o de Hornby. E acabei ontem. Devo ter levado umas duas semanas, mas o que importa aqui não é a rapidez, e sim a história, ué.
Ela, aliás, é muito boa. Na véspera de ano novo, o apresentador de TV inglês Martin Short resolve cometer suicídio pulando do alto do Topper's House. Mas ele não é o único que tem essa idéia: a mãe solteira Maureen, o entregador de pizzas JJ e a adolescente rebelde Jess também querem fazer daquele dia o último de suas vidas e naquele mesmo lugar. Os quatro, então, constroem uma relação baseada na mesma esperança que têm: nenhuma, mas cada um a seu modo.
A história é contada pelos depoimentos de todos os personagens, que se intercalam com subtítulos. Eu achei que fosse ser confuso, mas me enganei. Existem ganchos, para a felicidade do capitão (ai, não é a primeira vez que falo isso e que não é engraçado). E vai fluindo.
Pra variar, eu fiz grifos durante a leitura. Não sei muito bem porque faço isso, mas na hora em que venho postar, eles me permitem destacar alguma parte que achei interessante. Como essa:
"Se o preço que você tem que pagar por um pecado é tão alto que você acaba querendo se matar e acaba cometendo um pecado ainda maior, então Alguém errou nos cálculos. Alguém está superfaturando".
Esse é um desabafo de Maureen, que, católica, reflete sobre sua vida pensando na religião.
E ainda existem muitas outras frases que, pensando bem, não fariam sentido fora do contexto.
Humor negro, ironia e sarcasmo. De todos, muito. E muito bem explorados.
Eu, pra variar, recomendo. E empresto, se quiserem. Mas o livro vem com meus grifos pertinentes!
Ao Fábio, digo que foi uma ótima aquisição. Gracias!
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Proposta
É só uma sugestãozinha. Nada mais. Para os donos de cinema. Vocês deveriam começar os assentos das salas na quarta fileira, porque a terceira é muito ruim. A segunda é pior ainda. E a primeira não dá. Porque quando você senta numa delas, faz uma escolha: ou vê o que passa, ou lê a legenda. E vê bem mal. Dá ânsia. Pra ler, tem que virar a cabeça. Aí não dá mesmo.
Fui ver "Jogo de Amor em Las Vegas" - é isso aí, vai encarar? - nesse final de semana e sentei na terceira.
Como era de se esperar, até se eu tivesse na última, não foi muito bom, não.
E, tá, eu sei que não dá pra começar uma sala na quarta fileira porque ia perder espaço, ter que colocar as três atrás gastaria mais dinheiro e, mesmo sendo horrível sentar lá, estavam todas ocupadas. Mais dinheiro para o cinema, menos prestígio para minha sugestão.
Tá, eu sei mesmo. Mas deixa. Eu quero falar.
Ah, e sobre o filme?
Algumas das partes em que eu estava olhando pra cima, ri.
Mas tive sorte, porque era um filme que eu não precisava estar olhando 100% do tempo para a tela para saber o que ia acontecer.