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terça-feira, 23 de setembro de 2008

Só pra isso

Pra dizer que hoje aconteceu uma coisa meio da estranha. Aconteceu, não. Eu vi.
Voltava pra casa, parei no semáforo e um moço vinha andando na calçada - uuuuuuu! -, do outro lado da rua. Ele andava rapidinho e, quando eu pisquei, ele deu meia volta.
Voltou, andou um pouco e parou pra olhar uma placa. Da CPFL. Que não tinha nada além disso escrito. Aí continuou voltando até o ponto de ônibus, de onde tinha saído.

O mais estranho da história é que o moço parecia o Júnior, da Sandy.
E digo estranho porque reparar numa coisa dessas, às 18h 30 da tarde, voltando pra casa e tendo que estudar, é o fim.


No mais, vou deixá-los com uma dica.
Uma menina muito da bacana que conheci no trabalho tem um blog também muito do bacana.
É esse aqui.
Ela é autora de um sábio pensamento entitulado "é tipo o dobro". Porém, não vou contar na íntegra. A menos que ela autorize!

De qualquer forma, entrem no blog e leiam tudo. Principalmente esse post. Pra mim, foi praticamente uma auto-ajuda. Minhas circunstâncias eram extremas e específicas. Mas acho que todos gostarão do mesmo jeito.

Façam o seguinte: cada um que entrar mande um amigo entrar também. Porque aí, se cada um levar mais um, no fim, o número de acessos dela vai ser "tipo o dobro".
E isso é o que importa!

(:

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

História mal contada. Duas vezes.

Passeando pelo blog do Paulo Henrique Amorim, encontrei um post sobre Dantas. Na verdade mais, mas comento um.
Sobre as versões diferentes dadas por Dantas em NY e na CPI, Paulo Henrique reproduziu um texto da Teletime. Embaixo, comentou:

"Em tempo: vamos imaginar que Elliot Ness, da Polícia Federal, tenha prendido Al Capone. Finalmente, depois de todo mundo saber – a Polícia estadual, o Judiciário, o Legislativo – que Al Capone contrabandeava uísque falsificado do Canadá para vender nos speakeasy de Chicago. Mas, Elliot Ness era corajoso e honesto. Resistiu a todas as pressões. E conseguiu pôr algemas em Capone. Aí, o Congresso americano montou uma CPI para tratar da Lei Seca. Chama Al Capone para depor, como suspeito de ser o maior contrabandista de uísque dos Estados Unidos. O deputado Joseph Kennedy, que distribuía uísque de Al Capone no mercado de Boston, presidente da CPI, fez uma pergunta de bandeja para Al Capone. Al Capone acusa Elliot Ness. Diz que ele era um policial desonesto, movido por interesses subalternos quando decidiu, por fim, colocar as algemas nele. Caro leitor, você acha que o Chicago Tribune, o principal jornal de Chicago, seria capaz de dar credibilidade a Al Capone e colocar na manchete essa “suposta” acusação a Elliot Ness ? ? Nem pensar, não é isso, caro leitor ? Pois foi o que a Folha fez: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cp14082008.htm."

O post inteiro é mais interessante do que minha reprodução. Mas mais que os dois, é, de fato, a manchete da Folha.