Mostrando postagens com marcador sesc. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sesc. Mostrar todas as postagens

sábado, 23 de agosto de 2008

Sobre shows em Campinas

Ou, pelo menos, os que tenho frequentado.


Dia 15 foi show da Adriana Calcanhotto, no SESC.
Fui de curiosa, não sabia cantar as músicas e não me esforcei para chegar perto do palco. Vi de longe, mais pelo telão, mas gostei do que vi.
Não acho que seja o tipo de show para aquela ocasião: todo mundo em pé. Música da Calcanhotto é música pra ouvir sentado, pensando na vida e na letra.
Ah, e claro, no quanto a cantora toca. Porque isso é espetacular.

Dia 21 foi show da Ana Cañas, na Livraria Cultura.
Nesse já fui sabendo pouco mais das músicas. E foi de graça, num pocket show da livraria.
Ela cantou Bob Dylan, Cazuza e as músicas do seu CD Amor e Caos. Gostei muito da música, do canto e da simpatia. É pena que não foi muito divulgado e não tinha tanta gente. Pena pra quem não foi, digo. Porque quanto menos gente na platéia, mais pocket é o show. E tenho certeza que todos que estavam gostaram muito.

Ontem. Aaaah, ontem! Maria Rita na Excalibur.
A casa de shows abriu às 21h. Cheguei com minha amiga quase às 22h. Entramos e já fomos para a pista, ficar o mais perto possível do palco, pra ver o show e não só ouvir!
O show, aliás, estava previsto pra começar às 23h 30. E esperar até aí já foi um sacrifício. Tive de tudo: dor nas costas, no braço, na perna.
Com quase uma hora de atraso, Maria Rita entrou no palco. Nessa hora, todas as dores, claro, passaram.
As músicas eram do CD Samba Meu, mas algumas das antigas, como Pagu, A Festa e Cara Valente estavam lá.
Nesse show sim: sabia todas as músicas e cantei, gritei, fotografei - com o celular.


O celular, aliás, derrubei no chão depois de tirar essa foto. Mas peguei, ele tá aqui comigo, tá tudo bem.
A Maria Rita tinha cancelado o show em Santos no dia anterior, porque passou mal. Dava pra ver que ela estava um pouco cansada, de fato. Eu, particularmente, tive a impressão, em alguns momentos, de que ela ia desmaiar.
Mas foi apenas minha burra impressão. Ela ficou de pé, sambando daquele jeito e fazendo caretas daquele jeito, do começo ao fim. E que show! Até ela se emocionou.
Gostei muito, muito mesmo e disse pra minha amiga que veria o mesmo show logo em seguida.
Digo o mesmo a vocês. Ou você.

Decidi há algum tempo que não gosto de críticas. Críticas sobre um show, uma peça, um livro..Mas hoje acho que decidi de fato. Não sei. Acho que não gosto das que falam mal, porque acho inconveniente meter a boca em alguém que dedicou tempos e tempos a um trabalho pra outro alguém - eu, não -, em cinco segundos, destruí-lo. Prefiro só ignorar o que não é bom. Embora também não ache que seja a melhor das posturas e nem que disse alguma coisa que preste nessas linhas acima.
Enfim. Sei que não pretendo fazer isso.
Sendo assim, nenhum desses comentários foram críticas, avaliações. Foram comentários.
Reles opiniões de mim.

E essa última frase daria um belo título, não?

Não.