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segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Nesta semana

Respiro no trabalho e aproveito para dizer:
Quarta-feira tem Márcia Tiburi na livraria Saraiva, aqui em Campinas, falando sobre seu novo livro (a capa dele é esta aqui embaixo).





Quem tiver afim, cola lá na livraria, às 19 horas, no dia 10. Deve ser bacana. O resto da programação de setembro da Saraiva está bem aqui.

sábado, 23 de agosto de 2008

Sobre shows em Campinas

Ou, pelo menos, os que tenho frequentado.


Dia 15 foi show da Adriana Calcanhotto, no SESC.
Fui de curiosa, não sabia cantar as músicas e não me esforcei para chegar perto do palco. Vi de longe, mais pelo telão, mas gostei do que vi.
Não acho que seja o tipo de show para aquela ocasião: todo mundo em pé. Música da Calcanhotto é música pra ouvir sentado, pensando na vida e na letra.
Ah, e claro, no quanto a cantora toca. Porque isso é espetacular.

Dia 21 foi show da Ana Cañas, na Livraria Cultura.
Nesse já fui sabendo pouco mais das músicas. E foi de graça, num pocket show da livraria.
Ela cantou Bob Dylan, Cazuza e as músicas do seu CD Amor e Caos. Gostei muito da música, do canto e da simpatia. É pena que não foi muito divulgado e não tinha tanta gente. Pena pra quem não foi, digo. Porque quanto menos gente na platéia, mais pocket é o show. E tenho certeza que todos que estavam gostaram muito.

Ontem. Aaaah, ontem! Maria Rita na Excalibur.
A casa de shows abriu às 21h. Cheguei com minha amiga quase às 22h. Entramos e já fomos para a pista, ficar o mais perto possível do palco, pra ver o show e não só ouvir!
O show, aliás, estava previsto pra começar às 23h 30. E esperar até aí já foi um sacrifício. Tive de tudo: dor nas costas, no braço, na perna.
Com quase uma hora de atraso, Maria Rita entrou no palco. Nessa hora, todas as dores, claro, passaram.
As músicas eram do CD Samba Meu, mas algumas das antigas, como Pagu, A Festa e Cara Valente estavam lá.
Nesse show sim: sabia todas as músicas e cantei, gritei, fotografei - com o celular.


O celular, aliás, derrubei no chão depois de tirar essa foto. Mas peguei, ele tá aqui comigo, tá tudo bem.
A Maria Rita tinha cancelado o show em Santos no dia anterior, porque passou mal. Dava pra ver que ela estava um pouco cansada, de fato. Eu, particularmente, tive a impressão, em alguns momentos, de que ela ia desmaiar.
Mas foi apenas minha burra impressão. Ela ficou de pé, sambando daquele jeito e fazendo caretas daquele jeito, do começo ao fim. E que show! Até ela se emocionou.
Gostei muito, muito mesmo e disse pra minha amiga que veria o mesmo show logo em seguida.
Digo o mesmo a vocês. Ou você.

Decidi há algum tempo que não gosto de críticas. Críticas sobre um show, uma peça, um livro..Mas hoje acho que decidi de fato. Não sei. Acho que não gosto das que falam mal, porque acho inconveniente meter a boca em alguém que dedicou tempos e tempos a um trabalho pra outro alguém - eu, não -, em cinco segundos, destruí-lo. Prefiro só ignorar o que não é bom. Embora também não ache que seja a melhor das posturas e nem que disse alguma coisa que preste nessas linhas acima.
Enfim. Sei que não pretendo fazer isso.
Sendo assim, nenhum desses comentários foram críticas, avaliações. Foram comentários.
Reles opiniões de mim.

E essa última frase daria um belo título, não?

Não.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

A nova lei

Hoje me comprometi a postar. Não sei bem como vai funcionar essa promessa onde um promete em nome do outro e o outro fica sabendo através de uma intimação do outro. Espero que funcione da minha parte. E hoje vai a primeira tentativa. É nós.
Não tenho assunto, no entanto, relevante, para que gastem seus preciosos tempos comigo. Apenas comentarei.

Sobre o enredo do novo filme do Eddie Murphy, o G1 publicou:

"No longa, Murphy é o pequenino capitão da nave espacial que tem a missão de resolver a crise de energia em seu planeta de origem. A tripulação deve achar um objeto parecido com uma bola de beisebol que caiu por engano na casa de uma família nova-iorquina e jogá-lo no mar. A questão é que a bola vai drenar os mares e, além de acabar com o problema de abastecimento deles, destrói a vida na Terra. Uma questão que o capitão, após se acostumar com o nosso jeito de viver, vai ter que decidir. Mas o roteiro não é importante. A trama é só uma desculpa para Eddie Murphy se mostrar. E ele aparece em dose dupla."

Alguém diga ao Eddie Murphy, pelo amor de Deus, que não vale mais a pena fazer filmes assim?
Me lembro do meu pai voltando feliz da locadora com "Pluto Nash" na mão, dizendo que alugou porque achava que ia ser engraçado. A família toda sentou para ver o começo. Mas nem meu pai ficou para o final.

Filmes ruins com humor sem graça. Nesse caso, essa é a lei de Murphy.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Lançamento

Lourenço Mutarelli, o autor do "Cheiro do Ralo", lançou em São Paulo, nesta quarta, seu novo livro: "A arte de produzir efeito sem causa".

Não li, mas sei da história: "Depois de largar o emprego e a mulher por motivos que guardam uma infeliz coincidência, Júnior pede abrigo na casa do pai. Sem dinheiro nem perspectivas, seus dias se dividem entre o velho sofá da sala transformado em cama, o bar onde bebe com desocupados e as conversas com a jovem e atraente inquilina do pai, Bruna, que ambos espiam através de um furo no armário. A pasmaceira só é interrompida quando começam a chegar pelo correio pacotes anônimos com recortes de notícias velhas — uma delas sobre o episódio em que o escritor William Burroughs matou a mulher acidentalmente.".

Além de tudo, estou com preguiça. A resenha acima é apenas uma parte copiada do todo, que encontrei aqui.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Três não é demais

Saio em retiro espiritual hoje, para um lugar não tão Campinas, que já não é tão São Paulo. Mas deixo uma sugestão para os que ficam.

Na última sexta-feira, dia 11, fui assistir pela terceira vez à peça Confissões das Mulheres de 30, no Teatro Tim. Essa temporada, que vai até o dia 27, é a segunda desse ano em Campinas, já que a estréia nacional da peça foi aqui mesmo na cidade, em maio.

Na primeira vez, fui com minha mãe, que gostou muito. Eu também, aliás. Mas tendo ido outras duas vezes, acho desnecessário dizer isso.

O elenco é formado por três das quatro atrizes da série "Mothern", do canal pago GNT. Juliana Araripe, Camila Raffanti e Melissa Vettore apresentam as angústias, dúvidas e paixões das mulheres de 30 anos com muito humor. E a quarta atriz da série, Fernanda D'umbra, também faz parte do espetáculo, assinando a direção.


Nessas duas últimas vezes em que fui, aliás, falei com as atrizes. E está aí algo que gosto no teatro: não sei se incomoda, mas a proximidade entre criação, criador e público aumenta a relação que todos têm naquele momento em que estão no teatro. Saí de lá achando as três muito legais. E não sei se é porque "legal" é uma das palavras que mais uso, mas acho 'legal' achar 'legal' alguém que não conheço. Nesse caso, acho que tem a ver com admiração. Sei lá.

E esse post serve não apenas para sugerir a peça como um bom programa para as férias, mas também para justificar meu uso do "legal". Tá explicado?

Enfim, devo dizer que nas três vezes em que fui, vi coisas diferentes. Nessa última, então, muitas cenas novas. Os ingressos valeram!
Eu não sei escrever crítica, só sei dizer se gostei ou não e se achei bom ou não. Mas acho que isso já está dito.

E, ainda quanto à peça:
Confissões das Mulheres de 30, no Teatro Tim
Até 27 de julho
Horários: Sexta, às 21h; sábado, às 20h e às 22h; domingo, às 19h
Ingressos: R$ 30
Classificação etária: 14 anos

*Ah, e hoje é aniversário de Campinas. E do meu avô. Parabéns, Vô.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

É só uma observação

Pra dizer que encontrei essa promoção na internet.
"Kit Bruna Surfistinha".
Só pra deixar claro: são livros.

Juro por Deus.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Tatu do mundo louco

Genial.
Vou dar o crédito devido: a frase é da jornalista Ana Maria Bahiana e é título de um texto dela mesma, exposto no SESC Pompéia, em São Paulo.
O texto faz parte da mostra sobre contracultura, que está lá até o dia 22 de junho.
Recomendo mil vezes.
Mas você pode ir uma só.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

"A Graça da Vida"

Depois de milênios, volto ao Soma. Não vou repetir que tiro a poeira, como fiz da última vez, quando também ressurgi das cinzas. Mas é a tensão de final de semestre..todo mundo conhece! E se você precisa agendar horário no CRAV pra gravar e editar um mini-documentário, aí sim a vida vira um inferno.
Mas cá estou e, devo dizer, só para finalizar minha justificativa, que meu último post aqui falou da Maiara, né? Alguém percebe alguma ligação com a 'pé frio'? Eu sim.

Enfim..Essa é mais uma segunda estressante, nublada e sem assunto. Não totalmente sem assunto, na verdade.

Sexta fui com meus queridos amigos ao 'Teatro Tim', ver "A Graça da Vida".
Seria uma piada bem triste e previsível dizer que foi uma 'graça'. Mas foi! E melhor do que dizer isso, é destacar algumas partes..

O texto, de Trish Vradenburg, foi adaptado por Paulo Autran e mostra a relação de uma filha (Graziella Moretto) com sua mãe (Nathalia Timberg), que sofre do mal de Alzheimer.
Eu sei que é clichê dizer que "em meio a risos e lágrimas, a platéia se divertiu". Mas é verdade! Eu vi! E quem foi viu!

Nathalia Timberg dispensa comentários e apresenta uma grande performance como Grace, a mãe com Alzheimer. E não é diferente com Graziella Moretto. Ela protagoniza e está o tempo todo em cena - algumas vezes mesmo quando não faz parte dela. Além disso troca de roupa 1437 vezes. Isso mesmo. Eu contei.

No final ainda consegui tirar uma foto com ela. Claro, é a Maristela dos Normais! É deveras engraçada. E sim-pática, diga-se de passagem. Aliás, devo agradecê-la por ter visto que a máquina não ia tirar a foto direito do jeito que eu e minha amiga tentamos. De fato, as duas primeiras saíram embaçadas. Obrigada!

Devia ter dito a ela que a vi no "Beijo no Asfalto" quando estava em cartaz também no Tim. E duas vezes, ainda! Não sei o que isso mudaria em nossa relação mas eu poderia ter trocado uma idéia, né? Não sei o que acontece..Mas foi assim com o Selton Mello também. Só consegui dizer pra ele que 'tava tímida'. Mais nada. Acho que é por isso que ele ainda não me pediu em casamento..Acho que não demonstrei o suficiente e ele ficou com medo de levar um 'não'. É. É isso mesmo!

A quem interessar - e volto a recomendar -, a peça fica em cartaz em Campinas até o dia 25/11 e, para conhecer um pouco mais, é só entrar no site, bem aqui.

Aliás, só queria comentar a estrutura arquitetônica do teatro: acho complicado duas portas de saída pros atores. A gente nunca sabe por onde eles vão sair e, pra não perder o autógrafo, algumas pessoas pularam no palco assim que a peça acabou. Eu não. Eu dei a volta. Mas se ficasse esperando na porta da frente, teria perdido a oportunidade. Só isso.

Bom..Agradeço a atenção e me despeço com a promessa de que nunca mais escrevo sobre a Maiara.

Até!

*Marina Aranha no começo gostou da idéia de colocar um asterisco no fim da página falando algo sobre ela. Agora, não aguenta mais.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Sábia Vani

O jornal britânico 'The Guardian' publicou, no último sábado, a lista dos 'mil filmes para se ver antes de morrer' (pobre rima para '1000 films to see before you die').
Nessa lista, não só a tradução brasileira para o título passa vergonha, como a sua presença cinematográfica: apenas 4, entre os 1000 títulos são do País.

“Pixote - a lei do mais fraco”, de 1981, dirigido por Hector Babendo é o primeiro a aparecer. Em seguida, “O beijo da mulher aranha”, de 1985, do mesmo diretor.
Além desses, os outros títulos que fazem parte da lista são velhos conhecidos do público brasileiro, com o perdão da má escolha das palavras. Esclareço: não pelo ano produzido, mas ‘velhos conhecidos’ por sua grande expressão no País, "Central do Brasil" (1998) e "Cidade de Deus" (2001), dirigidos, respectivamente, por Walter Salles e Fernando Meirelles.

E acreditem ou não na ironia do destino, "Bad Santa" está lá!

Para isso deve haver uma explicação!
Não ouso procurá-la, porém – quem quiser - há de se concordar que uma lista feita por um diário conhecido mundialmente conta com filmes também conhecidos mundialmente e isso leva ao fato de que grandes produções artísticas do Brasil ou qualquer outro país que não tiveram projeção lucrativa ou publicitária nos cinemas, não constarão como películas que devam ser vistas antes da sua morte (!).

No entanto, sabe-se que a escolha é de cada um e eu – embora não interesse – ainda opto por abolir "Bad Santa" e achar incrível "Os Normais" afinal, comédia por comédia, o que é nosso é nosso!
E viva às frases esclarecedoras!

Enquanto isso, aqui no Brasil, o cinema novo de Glauber Rocha – ignorado pela lista – tem papel importante graças à sua inovação, que influenciou gerações de cineastas.
Já entre os grandes colaboradores do cinema nacional hoje, Selton Mello é um dos primeiros da fila. Com seu programa ‘Tarja Preta’ no Canal Brasil, apresenta personalidades nacionais em uma espécie de resgate histórico do cinema. Atuando, tem grandes performances na TV, no cinema e até em curtas-metragens, como em
“Tarantino’s Mind”.

Decida seus mil filmes – ou mais, ou menos – e assista-os.
Sem listas.
O melhor é se decepcionar ou se surpreender por conta própria, pensando depois e tirando suas próprias conclusões. Afinal, como disse a saudosa Vani, noiva do Rui, filmes americanos, que durante são ótimos, podem não ser tão bons assim, se você parar para pensar depois de assistir.

Incontáveis as vezes que isso já aconteceu comigo.

Alguém mais, alguém mais?

*Marina Aranha não tem criatividade. As aulas da faculdade não surtiram efeito.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Cultura, arte e conteúdo segundo o panteão

Post relâmpago só pra não recuperar fama de vagal!
Comento aqui (por cima, rapidamente e sem revisar) três fatos, de certa forma relacionados, que me incomodaram ultimamente.

1 - Segundo consta na Folha de 3a feira 19/06, a minissérie "A Pedra do Reino", baseada na obra do maravilhoso Ariano Suassuna, que misteriosamente foi aprovada na grade global, desapontou os graúdos por render "apenas" 11 pontos de audiência em média. Que fique claro que cada ponto representa 55 mil domicílios APENAS na cidade de São Paulo.

Ou seja, somente 605 mil RESIDÊNCIAS em UMA cidade do país estariam sintonizadas no programa e isso é motivo de choro para os Marinho. É a lógica da indústria cultural: não vale só ter lucro, este deve subir como um foguete!

Mas o que realmente entristece é a declaração de J.B. de Oliveira, vulgo Boninho, sobre o caso. Responsável por marcos culturais, como o Big Brother Brasil, o diretor dispara, com o crédito que lhe é devido: "A arte deveria ter seu espaço numa TV educativa ou cabo, nunca na TV aberta de massa. Produto de arte precisa de uma boa moldura, de um canal específico, de uma linha direta com quem está disposto a observá-la".
Traduzo com minhas palavras: povão não tem cultura. Povão não quer cultura. Quer Alemão roçando com lemoa. Quer cultura? Paga cabo ou satélite (que se tiver sorte acha alguma coisa).

Tem que pense diferente Mr. Boninho.

2 - Morreu ontem o poeta carioca Bruno Tolentino e, como costuma acontecer com os mortos, voltou a viver na mídia.

Conheço pouco do trabalho do poeta e não estou aqui para julgar sua obra. Mas uma declaração do autor, que sempre teve fama de polêmico, dá coceira na língua. Explicando porque se irritou ao saber que, no colégio, apresentavam ao seu filho mais novo a obra de grandes nomes da música popular, como Caetano Veloso, lado a lado com os grandes escritores de nossa história, soltou a seguinte: "É preciso botar os pingos nos is. Cada macaco no seu galho, e o galho de Caetano é o showbiz. Por mais poético que seja, é entretenimento. E entretenimento não é cultura."

Entretenimento não é cultura? Música não é cultura? Literatura não é entretenimento? Que lástima....


3 - A Pontifícia Universidade Católica de Campinas oferece gratuitamente, contanto que se tenha pago previamente cerca de oito centenas de rais mensais, a possibilidade de imprimir a estrondosa soma de 250 cópias SEMESTRAIS (sim semestrais).

O número equivale a cerca de metade de UM livro didático que foi utilizado em UMA matéria de UMA turma do curso de jornalismo. E para completar a alegria, o conteúdo impresso deve ser autorizado por um grupo (aparentemente formado por pós-graduandos em MSN) que avaliarão se o material é ou não suficientemente relevante para ser impresso. Nossos censores particulares.

O que é "didático" para um graduando em jornalismo? Sejamos sinceros, um jornalista não é especialista em nada. Dentistas são especialistas em dentes, pedreiros em construção, advogados em leis. E jornalistas? Que ninguém diga que jornalistas sabem de JORNAL. Um jornal não é nada por si só. É um amontoado de informações sobre temas diversos que devem ser, no mínimo parcialmente, conhecidos pelo grupo que compõe o jornal. E, para isso, QUALQUER informação é relevante. Deveriamos, em tese, saber o básico sobre tudo ( o que é obviamente impossível) mas a instituição não permite ao menos que tentemos.

Com o que devemos gastar nossa astronômica cota de impressão (vulgo: biblioteca em potencial)? Quem sabe com o currículo Lattes de nosso idolatrado corpo docente. Mas então, o que fariamos com as outras 249 folhas?

Dica de hoje: o livro Dentes Guardados, de Daniel Galera, que pode ser baixado gratuitamente (e com o consentimento do autor) no site http://www.ranchocarne.org/. A obra, com muito esforço e algumas mentiras, tem pelo menos uma cópia feita por mim no laboratório da Puc-Campinas.


* Rodrigo Levy gosta de ouvir, ver, imprimir e ler cultura. Mas tá tão dificil...